terça-feira, 31 de dezembro de 2013

Canção do tempo

Tem momentos que paro e penso
O que fiz do sorriso aberto?
Quais lamentos formaram lágrimas?
Que tirei de aprendizado?

Tem momentos que paro e penso
O que devo fazer sem medo?
Como posso colaborar
Para um mundo mais justo e pleno?

Tem momentos que paro e penso
Do perdão de tantos tropeços
Renascendo ao amanhecer
Ajoelho e me aceito

E em silêncio eu paro e penso
E pensando eu agradeço
Pelo dom e maior milagre
De dançar na canção do tempo!

segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

Dimensão

Sempre quando o sol se põe
As estrelas vão sonhar
Esperando entre nuvens
O momento de brilhar

Sempre vale neste mundo
Semear boas ações
Pois um dia germinando
Contaminam multidões

Sempre é tempo de cantar
Alegrar os corações
Pois vital e necessário
Liberar as emoções

Sempre parece infinito
É real tal sensação
Tudo dentro de um sorriso
Cabe amor sem dimensão

Ainda

Como é bom estar aqui
Mesmo quando é tudo estranho
Pois aos olhos de quem olha
tudo muda e fala tanto

Como é bom olhar o céu
Mesmo quando a terra chora
Pois aos olhos de quem reza
tudo é benção toda hora

Como é bom ter fé no mundo
Mesmo quando nada rima
Pois aos olhos do poeta
A poesia imita a vida

Como é bom ter tempo
Ainda!

Destino

Ao olhar
Enxergue a rosa
Ao sentir
Os seus espinhos
Compreenda
O seu perfume
E não julgue
seu destino

Pois a rosa
Assim nasceu
Com caminho
Já traçado
Alegrar tantos
Momentos
Entre lágrimas
Do acaso

A receba
Com carinho
Faça entrar
Se permitindo
Pois o instante
Bem vivido
Vale mais
aprendizados

domingo, 22 de dezembro de 2013

Agradeço

Abaixo
Levando
Balanço
O roteiro
Inverto
E invento
Ao som
Agradeço
É vida
É linda
É pura
Magia
Na dança
Que encanta
Meus passos
Combina
É hoje
Foi ontem
Mistura
Futura
No fim
Do começo
Me vejo
Segura
Verdade
Coragem
Na fé
Da bagagem
É fato
Enxergue
É uma
Passagem

Braçinhos

Aguardem
Foi ontem
É hoje e sempre
a vida que nasce
estrela cadente
no olhar que se abre
esperança ascende
é luz alegria
em forma de gente!

Vigiai peregrinos
o amor tem braçinhos
pequenos, abertos,
abrindo caminhos
sinal de um futuro
doado abrigo
manjedoura que acolhe
és berço divino!